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1 13/08/2019 06:00

Uma nova manifestação contra a Reforma da Previdência está programada para esta terça-feira (13/8). Os atos são esperados em todas as capitais do país. Em Santo Antônio de Jesus, a mobilização acontecerá na Praça Renato Machado a partir das 10h.

Em entrevista ao repórter Antônio Carlos da Rádio Andaiá FM, a professora Conça Sampaio, diretora da APLB; a presidente da APLB, Jucilane Barreto e Anatalia Mercês, presidente do Sindicato dos Comerciários, explicaram o posicioamento das instituições sobre a manifestação.

De acordo com a professora Conça, o ato é para reivindicar uma educação de qualidade para o país. “Queremos que todas as escolas nos acompanhem, porque são de mãos dadas que fazermos a força. É uma greve nacional da educação, na defesa da educação e contra a reforma da previdência. A reforma da previdência abalou os aposentados e os professores que estão para se aposentarem. Precisamos de educação de qualidade, precisamos que a educação seja valorizada. A educação do nosso país está na ‘UTI’. Se não tivermos educação, não teremos saúde também. Estaremos na praça Renato Machado com cartazes com os nomes dos deputados que votaram a favor da reforma e contra o trabalhador. Estaremos ali para ‘acordar’ o povo para que venha está atento sobre as futuras campanhas eleitorais”, disse.

Anatalia Mercês, por sua vez, afirmou que 'um país sem educação não tem futuro'. "Os cortes nos investimentos da educação estão muito grandes. Como ficará os trabalhadores sem a educação?  A reforma da previdência está vindo para retirar mais direitos dos trabalhadores e para destruir a nossa população. Não estamos tendo mais soberania, estão entregando tudo do nosso país. A nossa luta unificou, é estudante junto com o trabalhador”, destacou.

Pela APLB, Jucilane Barreto disse que a Reforma da Previdência ao invés de melhorar irá destruir o Brasil. “A conscientização das pessoas está muito falha e estamos muito preocupados com isso. Essa reforma da previdência é para destruir e não para reformar a previdência. Como é possível igualar um trabalhador rural com um trabalhador comum? Um dos políticos falou através de um meio de comunicação que tinha condições de trabalhar até os 80 anos. É claro que tem condições, com ar-condicionado na sala, caneta na mão, auxílio-paletó, cafezinho”, ressaltou.

Jucilane ainda criticou as idades para o trabalhador se aposentar. “Eu tenho 45 anos, como que vou estar em sala com 57? A proposta é a professora com 57 e o professor com 60 anos. As salas são lotadas, algumas não tem nem ventilador e se tem estão quebrados, no verão passamos mal. O trabalhador rural no verão trabalhando nessa idade de sol-a-sol. Apesar da expectativa de vida estar aumentando, as situações de trabalhos são precárias. Convidamos toda a categoria para se fazerem presentes nesse ato de manifestação”, concluiu.

A manifestação reunirá os sindicatos de Santo Antônio de Jesus e região, professores e estudantes da UNEB, UFRB, IFBA, das escolas municipais e estaduais e a população.







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